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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Governo Obama: A pior política externa da história americana

Obama: apesar dos esforços da mídia amiga, a dura realidade está superando a fantasia

















P
ara aqueles que se fartaram de rir dos tropeços de Gerald Ford, dos lapsos verbais de Ronald Reagan e principalmente dos erros (reais ou imaginários) de George W. Bush, está na hora de exercitar o humor em outro alvo: o queridinho da grande mídia brasileira, o bem falante e “histórico” Barack Hussein Obama, admirado até quando mata mosca. E quando ele come mosca e tropeça em toda a cena mundial? O quê? Não podemos rir de Obama? YES, WE CAN!

Na verdade, valem as risadas, mas o assunto é muito sério. Vamos primeiro a alguns exemplos de momentos embaraçosos nesses poucos meses de Obamamania:

• Obama presenteou a Rainha Elizabeth II com um iPod contendo os seus discursos (para quem devolveu o busto de Winston Churchill, um dos maiores oradores ingleses, de volta à embaixada britânica, é muita pretensão; e pensar que a mãe dele também nasceu analfabeta...).

• Presenteou o Primeiro-Ministro Gordon Brown com uma coleção de DVDs não formatados para a reprodução em aparelhos europeus. Em contraste, Gordon Brown presenteou Obama com um porta-caneta de mesa, feito de madeira de carvalho retirada de um pedaço do navio britânico de combate ao tráfico de escravos no século XIX, o HMS Gannet. Para alguém cuja meteórica trajetória é a todo instante rotulada de “histórica”, um tapa de luvas recheado de história veio bem a calhar.

• Em discurso, mencionou a “língua austríaca”, quando até um certo cabo austríaco sabia que falava alemão.

• Curvou-se diante do rei da Arábia Saudita. Chefes de Estado, no exercício do cargo, nunca se curvam, diante de ninguém. Ato falho.

• Uma pérola da retórica obâmica: “Permitam-me ser perfeitamente claro: Israel é um grande amigo de...Israel”.

• Disse que: “Os Estados Unidos são uma das maiores nações islâmicas do mundo”.

• Sugeriu que tradutores da língua árabe fossem transferidos do Iraque para o Afeganistão, onde as línguas nativas, dari (persa) e pashtu, não são exatamente o árabe.

• Mandou uma carta ao presidente Jacques Chirac quando o presidente francês já era Nicolas Sarkozy.

• Referiu-se a “Cinco de Cuatro” diante do embaixador mexicano, quando pretendia dizer “Cinco de Mayo”.

• Por tabela, a Secretária de Estado Hillary Clinton (a “experiente” chefe da diplomacia americana), ao trocar a expressão “reset button”, no contexto da retomada das negociações de desarmamento nuclear, pela palavra russa equivalente a turbinar, deve ter deixado seu colega russo, Sergei Lavrov, em dúvida: sinal verde para as pretensões russas ou aquilo que Obama diz são palavras, nada mais que palavras?

Agora o caldo engrossa e a galhofa não cabe:

• No Oriente Médio, a obsequiosidade sem precedentes de Obama no trato com o mundo muçulmano não gerou nenhum retorno tangível. Os principais estados árabes recusam-se a se mover, por pouco que seja, na direção de um compromisso para levar adiante o processo de paz na região e tampouco mostram qualquer sinal de normalização das relações com Israel. Os palestinos se recusam a conversar com os israelenses até que estes concordem com uma interrupção nos assentamentos na Margem Ocidental, enquanto Israel reagiu ao “apelo” (i.e., a ordem) de Obama para um congelamento nos assentamentos construindo mais 2.500 unidades habitacionais, tal como previsto por Daniel Pipes em artigos publicados aqui no Mídia@Mais. Leia mais sobre este tópico aqui e aqui.

• Apesar da referida obsequiosidade de Obama, a visão que o mundo árabe tem dos Estados Unidos praticamente não mudou, pois estudos revelam que de 2008 a 2009, houve um acréscimo de meros 3% na simpatia pelos EUA, de raquíticos 15% para anêmicos 18%.

• Na questão do Afeganistão, Obama enfrenta turbulências dentro de seu próprio partido, e na medida em que a situação fica mais dura, parece pronto a repudiar a sua estratégia “mais forte e mais inteligente” depois de apenas seis meses. Obama hesita em atender aos pedidos de mais tropas de seus comandantes militares no Afeganistão, julgadas necessárias para evitar um desastre militar. Em Washington, todavia, a discussão gira em torno de como o Governo Obama pode minimizar o dano político de uma derrota no Afeganistão. O leitor deve lembrar que durante toda a campanha presidencial de 2008, Barack Obama, Hillary Clinton e praticamente todo o Partido Democrata gritavam que o Afeganistão era a prioridade da guerra contra terror, que o Iraque foi um erro de Bush, etc., etc. Change? Yes, we can, ladies and gentlemen, mas só quando nos convêm.

• A Coréia do Norte continuou abertamente beligerante, testando um artefato nuclear e um míssil de longo alcance, além de repudiar o acordo de armistício com a Coréia do Sul, assinado em 1953. Em resposta, os Estados Unidos aquiesceram às antigas exigências norte-coreanas de conversões bilaterais.

• O sucesso norte-coreano encorajou o Irã a prosseguir com seu próprio programa nuclear. O regime islâmico concordou em conversar com Obama, desde que a questão nuclear fique fora da pauta. Neste assunto, os EUA de Obama se posicionam à esquerda da ONU e da França, pois agora nem sequer reconhecem que o Irã tem um programa de armas nucleares. Convenhamos, é um feito e tanto.

• Com medo do Irã, outros países do Oriente Médio buscam conseguir suas próprias armas nucleares, pouco confiando no guarda-chuva defensivo americano.

• No leste europeu, esse guarda-chuva se fechou abruptamente quando, na semana passada, o Governo Obama abandonou a instalação do sistema de escudos antimísseis na Polônia e na República Tcheca. Entre os poloneses e tchecos, dizer que paira a sensação de que foram traídos por Obama é quase um eufemismo politicamente correto. De fato, a sensação se aproxima daquela sentida pelo peru de Natal, avisado na antevéspera de que foi bem alimentado para outros fins.

• E finalmente, temos o único caso em que a equipe de Obama mostrou mão forte: contra o governo constitucional da pequena e velha aliada Honduras. O Departamento de Estado concluiu que um autocrata antiamericano, deposto legalmente pela Suprema Corte hondurenha, merece o apoio dos Estados Unidos. Aqui, quem está rindo são nuestros hermanos bolivarianos: Huguito, Manuelito y Luizito.

Nota: Texto adaptado, com acréscimo de referências e comentários, a partir de editorial do Washington Times, de 23/09/2009

Fonte: Mída @ Mais


MEU COMENTÁRIO:

É Lula fazendo escola... Ou melhor, mais um fugitivo dela.

Em qual pocilga esses dois celerados irão terminar?

O mundo não era e nunca foi um lugar seguro; porém, com os velhos ares pós-modernos e marxistas espalhados por todos os lados [um esforço diligente de todos os engajados em falsear a verdade, desprezá-la, tornando-a na mentira mais estúpida, vil e nociva possível], como diria o personagem do seriado “Chapolim Colorado”, quem nos salvará?

Que Deus tenha misericórdia de nossas vidas, e nos livre de pústulas e ignóbeis governantes como Lula, Chaves, Fidel, Evo, Obama e toda a vassalagem a serviço do mal e do diabo.

Os tempos são difíceis, mas fica o alerta: podem piorar.

F.I.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Cientista "maluco" assessora Obama (e os vegans o elegem seu papa)


John P. Holdren, assessor de Obama

Num editorial relativamente recente (16/08), o jornal Washington Times faz uma candente e contundente crítica à indicação de John P. Holdren ao cargo de conselheiro presidencial para assuntos de ciência. Conselheiro-chefe, diga-se. E o Washington Times não usa aspas: chama-o de mad scientist, pura, simples e diretamente.

Por quê? Em 1977, em co-autoria com Paul R. e Anne H. Erlich dois notórios propagandistas do fim do mundo por culpa nossa, John P. Holdren escreveu o livro "Ecoscience: Population, Resources, Environment," [Ecociência: População, Recursos, Meio-ambiente]. Entre as pérolas eugênicas contidas no tal livro, o jornal destaca: “De fato, conclui-se que as leis de controle populacional compulsório, até mesmo incluindo aborto compulsório, podem ser defendidas sob a atual Constituição se a crise populacional se tornar suficientemente severa a ponto de colocar em risco a sociedade”.

Caso o aborto compulsório não se mostrasse suficiente para desmontar a sua imaginária bomba populacional, Holdren e os Erlichs consideravam outras medidas extremas: “Um programa de esterilização das mulheres após o segundo ou terceiro filho, a despeito de uma dificuldade maior em relação à vasectomia, pode ser mais fácil de implementar do que a esterilização de homens”.

E a coisa fica ainda pior. O livro de Holdren-Erlich também defendia a “[a]dição de esterilizantes à água ou a outros alimentos de consumo diário”.

A maioria dos americanos provavelmente não concordaria que a esterilização em massa fosse algo minimamente aceitável. A pergunta que naturalmente surge é por que o Presidente Obama escolheu se ver cercado de gente como Holdren? Pouco importa se o livro tem mais de trinta anos e se Holdren hoje alega que suas opiniões evoluíram. Ele é co-presidente do Conselho Presidencial de assessores sobre Ciência e Tecnologia.

O Mídia@Mais jamais alegaria que todos aqueles envolvidos em grupos ou campanhas ambientalistas sejam também adeptos da eugenia, ainda que muito do que propõem possa, em alguns casos, levar à essa conclusão. Todavia, os indícios levam a crer que os adeptos da eugenia encontram na megalomaníaca tese da “salvação” do planeta uma maneira de levar adiante a sua agenda.

Adolf Hitler e seus asseclas pensavam da mesma maneira.

Para ler mais (em inglês), clique aqui: http://www.washingtontimes.com/news/2009/aug/16/obamas-mad-science-adviser/?feat=article_top10_read

Fonte: Mídia@Mais

MEU COMENTÁRIO:

A salvação do planeta se tornou uma obsessão para os ambientalistas ao ponto deles implentarem políticas públicas de esterilização (há suspeitas de que as campanhas de vacinação são "esquemas" de esterilização em massa da população, assim como o envenenamento da água, e outras técnicas menos "populares"), facilitando o acesso a cirúrgias e medicamentos que impeçam a reprodução humana. Ao contrário, se houver uma campanha, por exemplo, para extermínio dos pombos ou ratos nas áreas urbanas, certamente acorrerão dezenas de "ong's" preocupadas com o bem estar das aves e roedores, a assegurar e reivindicar direitos que presumivelmente têm, quando não os têm (provavelmente como parte da campanha de "erradicar" o homem do planeta através das "pragas" naturais).

A "mãe" natureza se tornou o novo deus do mercado ideológico, e talvez a melhor forma de se oprimir o homem, destruindo-se qualquer resquício do senso moral e de sanidade mental que ainda exista na sociedade pós-moderna.

Se tivesse oportunidade, gostaria de perguntar ao Dr. Holdren como é que ele faria para aplicar a sua técnica entre os muçulmanos, em especial, nos países teocráticos islâmicos. Ou será que ele quer, apenas e tão somente, a destruição da civilização ocidental? Facilitar o caminho já fácil que o iluminismo, o marxismo e o materialismo aplainaram para os tolos, para os apedeutas se lançarem ao abismo, numa espécie de suícidio intelectual e moral?

Cercado de assessores tão (in)capazes, não é de se admirar que Obama, em breve, ascenda ao status de profeta, rivalizando-se com Maomé. Certamente, com o poderio destrutivo de que detém, ele poderia superar a sanha assassina do fundador do islamismo, colocando-o no chinelo.

E ainda tem gente que não acredita em conspiração...

Serão os duendes capazes de proteger o capim-gordura da voracidade dos zebus de Borá/SP?

Os vegans acreditam, ainda que não estejam dispostos a consumir toda a carne que ficar disponível, num eventual "massacre" dos ruminantes.

Os próximos capítulos prometem ser entendiantes e previsíveis, como a mais demente novela do horário nobre (se é que algo sem razão pode ficar ainda mais sem razão... Pensando bem, pode sim. Basta que a trilha sonora seja ao som do funk mais grosseiramente estúpido, para o diabo morrer de inveja por não ter tramado algo tão... digamos... infernal).

Fernando Isidoro