Mostrando postagens com marcador Cultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cultura. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O Direito de Ir Embora





(Kevin Rudd, Primeiro Ministro da Australia, no seu discurso quando emigrantes começaram a reclamar das leis e costumes australianos)

"Aos muçulmanos que querem viver sob a Lei Islâmica, lhes digo que se vão da Austrália, cujo governo empreendeu uma campanha contra o radicalismo religioso, num esforço de evitar ataque terroristas potenciais."

O discurso do primeiro ministro despertou a fúria de alguns muçulmanos australianos quando declarou que está dando todo o apoio às agências de contrainteligência australianas para que vigiassem as mesquitas existentes naquela Nação.

Ele acrescentou que são os emigrantes, e não os australianos, os que devem adaptar-se. Ou fazem isso, ou deixem o País.

"Estou farto de que esta Nação tenha que preocupar-se estamos ofendendo a outras culturas ou a outros indivíduos. Desde os ataques terroristas em Bali, estamos experimentando um aumento do patriotismo da maioria do povo australiano.Nossa cultura vem se desenvolvendo ao longo dos séculos, através de lutas, atribulações e vitórias por parte de milhões de homens e mulheres que buscaram a liberdade quando aqui chegaram.Falamos principalmente a língua inglêsa, não o espanhol, nem o árabe, nem o chinês, nem o japonês, o russo ou qualquer outro idioma. De modo que se vocês querem formar parte de nossa sociedade, tratem de aprender nosso idioma.A maioria dos australianos acredita em DEUS. Este não é um posicionamento católico, político ou de extrema direita. Este é nosso direito, porque homens e mulheres cristãs, de princípios cristãos, fundaram esta Nação. E esse fato é histórico. E é certamente apropriado que esse fato possa se refletir nas paredes de nossas escolas. Se a imagem de DEUS ofende a vocês, sugiro que considerem viver em outra parte do mundo, porque DEUS é parte de nossa cultura.Aceitamos suas crenças sem perguntar o por que. Tudo o que pedimos é que vocês aceitem as nossas, e vivam em harmonia e desfrutem da vida em paz conosco. Este é NOSSO PAÍS, NOSSA PÁTRIA, E ESSES SÃO NOSSOS COSTUMES E ESTILO DE VIDA E PERMITIREMOS QUE DELE DESFRUTEM, mas quando desejarem se queixar e protestar contra nossa Bandeira, nossa língua, nosso compromisso nacionalista, nossas crenças cristãs e nosso modo de vida, nós vos estimulamos a que aproveitem outra de nossas liberdades australianas: O DIREITO DE IREM EMBORA.Se vocês não estão contentes neste País, então VÃO EMBORA. Não os obrigamos a vir para cá. Vocês pediram para emigrar para cá. Assim, já é hora de aceitarem este País que lhes acolheu."
Fonte: De nihilo nihil

sábado, 29 de agosto de 2009

Filmes Esquerdistas: Beleza Americana

Cena de 'Beleza Americana', exemplo de obra carregada de clichês politicamente corretos e esquerdistas













Por Felipe Atxa

A
crítica de cinema – e em particular a brasileira, que tal como o brasileiro em geral adora exagerar em tudo que é ruim – costuma espernear e dar gritinhos de horror quando imagina se deparar com um filme cujo conteúdo (o enredo em si) ou a mensagem (a “lição final” que se tira do enredo) parece “direitista” ou “conservador”. Mas faz que não vê e aplaude quando acontece o contrário, e o filme é construído com maior ou menor engenho como genuína propaganda esquerdista.

Pensando nisso o Mídia@Mais traz, a partir de hoje, uma série de indicações de filmes cujo discurso ideológico é notadamente determinado pela visão esquerdista de mundo. Será um autêntico festival de correção política, antiamericanismo, indulgência ao banditismo em suas mais variadas formas, glorificação do coletivismo e do globalismo asséptico e pacifista, entre outros temas recorrentes.

É importante perceber que, por trás desses filmes recheados de discurso enviesado, estão alguns dos mais talentosos profissionais de cinema do mundo – embora a serviço de um programa ideológico claro. A qualidade da maioria desses filmes, contudo, é o que torna tão importante descortinar suas reais intenções, a força com que influenciam a platéia e o engenho com que divulgam tais idéias.
1.Beleza Americana (American Beauty, 1999, dirigido por Sam Mendes)
TEMAS: american way of life, EUA, subúrbio, classe média, trabalho, família, casamento, militar
VEJA TAMBÉM: “Foi apenas um sonho” (http://www.adorocinema.com/filmes/foi-apenas-um-sonho/foi-apenas-um-sonho.asp), do mesmo diretor, repete alguns dos temas de “Beleza Americana” num recorte mais trágico. Mas o subúrbio, a família e o trabalho continuam lá, compondo o “tripé amaldiçoado” da sociedade americana – para quem vê o filme, nada pode ser pior.
COMENTÁRIO: Se fosse um mau filme, “Beleza Americana” seria condenado pelo esquematismo e pelo artificialismo com que constrói a trama. Mas é exatamente esse rigor formal que faz dele um exemplo fascinante da técnica cinematográfica de Hollywood usada para dar vida ao ideal esquerdista de sociedade. Tal como uma recriação moderna dos filmes de propaganda célebres do início do cinema (usados pelos regimes totalitários comunista e nazista), “Beleza Americana” tem a força do discurso dos filmes de Eisenstein e a beleza plástica dos dirigidos por Leni Riefenstahl.
O filme condena a família, o casamento, o trabalho, ao estigma da anormalidade. Profissões são doenças das quais os personagens precisam se curar.
O único que tem um trabalho não-degradante, na visão do filme, é o dublê de traficante e cineasta. Seu pai é um ex-militar violento que se revela homossexual enrustido.
O ideal de felicidade, contudo, reside na casa ao lado, ocupada pelo unidimensional casal de gays. Até a colegial liberada (protótipo da “loira burra e vulgar” tipicamente americana e que, simbolicamente, dá título ao filme) é uma hipócrita e reprimida sexual. Em “Beleza Americana”, não há escapatória para o burguês americano em busca de sucesso pessoal a não ser a morte – obviamente ocasionada por arma de fogo.

FONTE: Mídia@Mais